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Justiça Federal determina nova prisão de MC Ryam SP e MC Poze do Rodo

Cantores e influenciador são alvo de prisão preventiva após suspeita de movimentar 1,6 bilhão de reais em crimes financeiros.

25/04/2026 às 13:27
Por: Redação

A Justiça Federal concedeu, nesta quinta-feira, 23, um novo pedido de prisão preventiva contra os cantores MC Ryam SP, MC Poze do Rodo e o influenciador Rafael Souza Oliveira, todos investigados a partir da Operação Narcofluxo.

 

Esses nomes, segundo a Polícia Federal, são apontados como suspeitos de participação em um esquema considerado bilionário de lavagem de dinheiro. O processo envolve movimentação financeira superior a um bilhão e seiscentos milhões de reais, com recursos passando por apostas irregulares, rifas não autorizadas e empresas de fachada.

 

A Polícia Federal apresentou o pedido de nova prisão preventiva após habeas corpus ter sido concedido pelo Superior Tribunal de Justiça no mesmo dia, permitindo anteriormente a soltura dos investigados. Com a aceitação do novo pedido pela Justiça Federal, as prisões temporárias decretadas em 15 de abril foram transformadas em preventivas, que não possuem prazo estabelecido para término.

 

Conforme destacado pela Polícia Federal, nas investigações recentes foram identificados elementos que sugerem risco de continuidade das práticas criminosas e a possibilidade de interferência nas apurações. A apuração policial indica que o grupo teria atuado com movimentações financeiras fraudulentas por meio de atividades como as já citadas apostas ilegais, realização de rifas clandestinas e utilização de empresas que não possuíam atuação real no mercado.

 

Até o momento, os representantes legais dos envolvidos não apresentaram manifestações públicas ou notas oficiais sobre as decisões judiciais recentes.

 

As informações divulgadas têm como origem apurações e documentos oficiais ligados à Polícia Federal e à Justiça Federal, além de registros de despachos realizados pelo Superior Tribunal de Justiça.

 

Com base nos fatos apontados, a investigação segue em andamento, e as prisões preventivas permanecem vigentes até nova determinação judicial.

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